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segunda-feira, 13 de julho de 2009

Primeiro pouso tripulado na Lua completa 40 anos neste mês


Gestos como o de Aldrin marcaram cada passo da viagem da Apollo 11, liderada por Neil Armstrong e também com a participação de Michael Collins (que ficou cuidando do módulo de comando, em órbita da Lua, e acabou não pisando no solo lunar). Apesar da corrida espacial e do clima de rivalidade entre americanos e soviéticos que marcava o mundo 40 anos atrás, o governo dos EUA, a direção da Nasa e os próprios astronautas fizeram de tudo para retratar sua jornada como um marco do potencial pacífico da humanidade inteira -- e, em grande parte, conseguiram.

O local escolhido para o pouso foi uma área no sul da região lunar conhecida como Mar da Tranquilidade, que sondas robóticas tinham analisado e considerado relativamente plana e pouco acidentada anos antes. A ideia era evitar que os astronautas tivessem grandes problemas com o pouso e nas caminhadas lunares.

Durante a descida, alguns sustos: o computador de bordo do Módulo Lunar deu uma série de alarmes, por causa da incapacidade da máquina, um bocado primitiva para os padrões de hoje, de lidar com todos os dados que estava recebendo ao mesmo tempo -- algumas das tarefas do computador tinham de ser adiadas. No fim da descida, os astronautas Armstrong e Aldrin só tinham 25 segundos de combustível sobrando para o trajeto.
Armstrong confirmou a descida segura com a frase: "Houston, aqui Base da Tranquilidade. A águia pousou [referência ao nome 'Eagle', ou Águia, dado ao Módulo Lunar]". Após uma certa dificuldade para atravessar a escotilha do módulo, os astronautas se puseram a explorar as vizinhanças do local de pouso. Recolheram amostras do solo (descrito como "quase um pó" por Armstrong), instalaram um sismógrafo, fincaram a bandeira americana e falaram com o presidente americano de então, o republicano Richard Nixon. O chão lunar era escorregadio, mas a gravidade muito inferior à da Terra facilitava os movimentos, e Aldrin chegou a treinar uma espécie de "movimento canguru".

Além da bandeira dos EUA, os astronautas deixaram para trás uma placa com um desenho de ambos os hemisférios da Terra e a mensagem "Aqui homens do planeta Terra pisaram pela primeira vez na Lua, em julho de 1969 d.C. Viemos em paz, em nome de toda a humanidade". Para confirmar o propósito pacífico, também ficou para trás uma réplica de ouro de um ramo de oliveira, tradicionalmente um emblema de paz desde a Antiguidade. O dia terminou da forma mais prosaica imaginável: uma soneca de sete horas dos astronautas dentro do módulo.

sábado, 11 de julho de 2009

Elvis Presley não morreu?


Elvis Presley desfruta de sua riqueza vivendodisfarçado em alguma ilha tropical.


Nos dez anos seguintes a sua morte, Elvis foi visto em pelo menos duas dezenas de milhares de ocasiões pelo mundo. E isso são somente os testemunhos que chegaram ao FBI, a polícia federal norte-americana. Para muitos fãs, o Rei do Rock estava cansado dos infortúnios da fama e teria simulado a própria morte para desfrutar de sua riqueza anonimamente em algum local paradisíaco.Mas, será que ele tramaria o seu desaparecimento deste planeta com um ataque do coração no banheiro de Graceland? Não parece ser de seu feitio. Para alguém tão emocional e vaidoso como o Rei do Rock, seria mais cabível planejar uma morte glamourosa e comovente. Como num acidente em que estivesse pilotando um de seus carrões ou de uma parada cardíaca durante um show, ao cantar algum de seus sucessos românticos, como “Love Me Tender” ou “Suspicious Mind".Apesar disso, não pararam de surgir teorias bizarras que sustentam que Elvis está vivo. Uma delas diz que o Rei do Rock era um agente disfarçado da agência anti-drogas americana e que descoberto pela Máfia teve de simular a própria morte. Para sustentar essas versões, até detalhes do funeral são considerados. Segundo alguns dos presentes, o caixão pesava em torno de 400 quilos (o que é compreensível por conta da obesidade de Elvis na época) e estranhamente tornava o ar em torno dele mais frio. Na opinião dos teóricos da conspiração, no entanto, isso significa que no caixão havia um boneco de cera imitando o Rei, conservado por um sistema de refrigeração, que tornava o caixão tão pesado e o ar resfriado. Daí também a razão da cerimônia ter sido tão rápida.No imaginário dos fãs e na comercialização de sua imagem, Elvis, de fato, não morreu. As vendagens de produtos associados a ele (de CDs a biografias) e a sua onipresença na cultura pop mostram que, seja numa outra dimensão ou em algum paraíso tropical, Elvis ainda está muito vivo por aqui.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Como surgiram os nomes das cores?


SORRISO AMARELO
Na Antiguidade, pensava-se que a icterícia, uma doença que deixa as crianças amareladas, vinha da bílis, secreção produzida pelo fígado que era chamada "humor amargo". No latim, amargo era amargus, que no diminutivo virava amarellus, que acabou virando amarelo

AGENTE LARANJA

Quando os árabes resolveram fazer uma "visitinha" à Europa, trouxeram na bagagem a fruta laranja - nárandja, em árabe. De lambuja, acabaram batizando a cor

CARTA BRANCA

Em geral, dizemos que algo bem liso e brilhante é "branquinho". Os latinos também achavam isso e pegaram o germânico blank, que significa polido, para falar da cor. Aliás, o termo "armas brancas", usado para facas e punhais, vem daí: branco de polido, reluzente

NO "APRETO"

O nome da cor preta vem do latim appectoráre, que queria dizer "comprimir contra o peito". Como assim? É que, com o tempo, o appectorár virou apretar. E, por uma analogia muuito criativa, deu no preto, querendo dizer algo denso, espesso, "apertado"

SANGUE AZUL

Foi uma pedra preciosa chamada lápis-lazúli que batizou a cor azul. Lápis não conta, porque já queria dizer pedra em latim, mas o lazúli veio do árabe lázúrd, nome da rocha azulada. Em latim, o que era pedra continuou pedra, e a cor ficou simplesmente azul

MARROM-GLACÊ

A castanha portuguesa, aquela do Natal, chama-se marron, em francês. E foi da cor desse fruto que veio o nosso marrom. Aliás, o marrom-glacê é isso: um doce escuro feito de castanha portuguesa

MASSA CINZENTA

O cinza nasceu daquela massa de pó misturado com brasas que sobra no fim das fogueiras. Por associação, a palavra latina cinisia, que queria dizer cinzas, transformou-se também no nome do tom preto-claro

VERMELHO-SANGUE

Antigamente, como ninguém conhecia urucum nem pau-brasil na Europa, o único jeito de fazer tinta vermelha era usar um inseto - hoje chamado de cochonilha - que, esmagado, virava um vermelhão. O nome dessa cor vem do latim vermiculum, vermezinho

VERDES ANOS

Aqui chegamos a uma das poucas cores que já nasceu cor. O verbo latino vivere significava estar verde, verdejar. Dele é que nasceu a associação do verde com algo que está nascendo, que ainda não está pronto

CONSULTORIA - Mário Viaro, filólogo da Universidade de São Paulo (USP)

sábado, 4 de julho de 2009

Estátua da Liberdade



A Liberdade Iluminando o Mundo, mais conhecida como Estátua da Liberdade, está na entrada do Porto de New York desde 28 de outubro de 1886, sendo reconhecida em todo o mundo como um símbolo dos EstaodOS Unidos. Comemora o centenário da assinatura da Declaração da Independência dos Estados Unidos e é um gesto de amizade da França para com os Estados Unidos. Projetada e construída pelo escultor alsaciano Frédéric Auguste Bartholdi (1834-1904), que supostamente usou sua mãe como modelo. Para a construção da estrutura metálica interna da estátua, Bartholdi contou com a assistência do engenheiro francês Gustave Eiffel (mesmo projetista da Torre Eiffel).Foi um presente dado por Napoleão III, como prémio aos Estados Unidos após uma batalha vencida contra a Inglaterra.O historiador francês Edouard de Laboulaye foi quem primeiro propôs a idéia do presente, e o povo francês arrecadou os fundos para que, em 1875, a equipe do escultor Frédéric Auguste Bartholdi começasse a trabalhar na estátua colossal.O projeto sofreu várias demoras porque naquela época não era politicamente conveniente que, na França imperial, se comemorassem as virtudes da ascendente república norte-americana. Não obstante, com a queda do Imperador Napoleão III, em 1871, revitalizou-se a idéia dum presente aos Estados Unidos. Em julho daquele ano, Bartholdi fez uma viagem aos Estados Unidos e encontrou o que ele julgava ser o local ideal para a futura estátua - uma ilhota na baía de Nova Iorque, posteriormente chamada Ilha da Liberdade (batizada oficialmente como ilha Liberty em 1956).Cheio de entusiasmo, Bartholdi levou avante seus planos para uma imponente estátua. Tornou-se patente que ele incorporara símbolos da Maçonaria em seu projeto - a tocha, o livro em sua mão esquerda, e o diadema de sete espigões em torno da cabeça, como também a tão evidente inspiração ligada à deusa Sophia, que compõem o monumento como um todo. Isto, talvez, não era uma grande surpresa, visto ele ser maçom. Segundo os iluministas, por meio desta foi dado "sabedoria" nos ideais da Revolução Francesa. O presente monumental foi, portanto, uma lembrança do apoio intelectual dado pelos americanos aos franceses em sua revolução, em 1789.Cromolitógrafo da Currier & Ives publicado um ano antes da estátua ser erguida. Manhattan e a Ponte do Brooklyn são vistas em segundo plano.Funcionou como farol de 1886 a 1902, sendo o primeiro farol a ter utilizado energia elétrica. O ato de sabotagem dos alemães na Primeira Guerra Mundial, conhecido como a explosão Black Tom, causou um prejuízo de US$ 100.000, danificando a saia e a tocha. Desde então não é mais permitida a visitação da tocha.Um primeiro modelo da estátua, em escala menor, foi construído em 1870. Esta primeira estátua está agora no Jardin du Luxembourg em Paris. Um segundo modelo, também em escala menor, encontra-se no nordeste do Brasil, em Maceió. Esse modelo, feito pelo mesmo escultor e pela mesma fundição da estátua original, está em frente à primeira prefeitura da cidade, construída em 1869, onde hoje é o Museu da Imagem e Som de Alagoas.[carece de fontes?]A estátua sofreu uma grande reforma em comeração do seu centenário. A estátua foi reinaugurada em 3 de julho de 1986, ao custo de 69,8 milhões de dólares. Foi feita uma limpeza geral na estátua e sua coroa, corroída pelo tempo, foi substituida. A coroa original está exposta no saguão. Na festa da restauração, foi feita a maior queima de fogos de artifício já vista nos Estados Unidos até então.Depois do atentado terrorista contra o World Trade Center, em 11 de setembro de 2001, que resultou no desabamento das torres gêmeas, a visitação a coroa foi proibida, por motivos de segurança.Porém, em 4 de julho de 2009[2], a visitação a coroa será reaberta, depois de 8 anos fechada ao público.A estátua mede 46,50 metros (92,99 m contando o pedestal). Apenas seu nariz mede 1,37 metro. Pesa 158 t repartidas no esqueleto de aço (127 t) e na estátua de cobre (31 t) e veio da França desmontada em 214 pacotes, é a escultura mais pesada do mundo com 225 toneladas segundo o Livro Guinness dos Recordes e, ficou entre os semi-finalistas do concurso das sete maravilhas do mundo moderno.São 167 degraus de entrada até o topo do pedestal. Depois são mais 168 degraus até a cabeça. Por fim, outros 54 degraus levam à tocha. A coloração verde-azul é causada por reações químicas, o que produziu sais de cobre e criou a atual tonalidade. Registros históricos não fazem qualquer menção da fonte de fios de cobre usados na Estátua da Liberdade, mas se suspeita que sejam provenientes da Noruega.Frase escrita no pedestal antigamente:Venham a mim as massas exaustas, pobres e confusas ansiando por respirar liberdade. Venham a mim os desabrigados, os que estão sob a tempestade. Eu os guio com minha tocha.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Festa Junina Educativa



Qual o significado da festa. Você conhece as origens das festas juninas? Sabe por que comemos tantas iguarias de milho e de onde vêm as danças? E o colégio do seu filho, aproveita as festas juninas para preencher buracos na grade horária e engordar o caixa ou utiliza os festejos para ensinar alguma coisa para as crianças?

Embora seja uma tradição consagrada e rica da cultura popular, muitas escolas organizam festas de São João, Santo Antonio e São Pedro que pouco, ou nada, contribuem para a aprendizagem dos alunos.


1. Procurar o sentido original da festa

Qual a origem da festa junina? Descobrir isso pode ser o primeiro passo para a contextualização da festa. E é importante motivar os alunos a buscarem esta resposta. Saber que a tradição vem dos festejos de agradecimento aos santos pela colheita do meio do ano e que, por isso, a maioria dos quitutes é feita de milho, por exemplo, pode despertar neles o interesse pela história.

2. Descaricaturizar o homem do campo

Homem do campo não é Jeca Tatu. É importante apresentar o campo de uma nova maneira. Tirar o olhar de deboche sobre o caipira, manifesto muitas vezes pelas roupas exageradas ou por posturas imbecilizadas.

3. Resgatar as manifestações culturais

Um dos elementos mais importantes das festas juninas são as danças e as músicas populares. Muitas escolas contratam profissionais especializados em cultura popular para valorizar e aprofundar esse universo e desenvolver com os alunos as danças e as canções típicas. Elas não se limitam a contratar sanfoneiros e conjuntos para meras apresentações, fazem mais: colocam os alunos para dançar e até para criar as músicas.
A festa junina pode ser ótima oportunidade também para apresentar novos instrumentos musicais para as crianças.


4. Envolver os estudantes no assunto

Como motivar os estudantes e trazê-los para o projeto? A escola Viva, de São Paulo, utilizou, neste ano, um recurso muito simples: fixou painéis por toda a escola. Os cartazes, confeccionados pelos próprios alunos, traziam curiosidades e atraiam a atenção para o evento.

5. Trazer os alunos para a preparação da festa

As festas juninas escolares devem ser feitas por e para os alunos. O objetivo é estimular o senso de autonomia e de cooperação, reforçando a importância do trabalho comunitário na escola. Para isso, é importante envolver os estudantes em todo o processo, desde a confecção dos estandartes e bandeirinhas à organização das brincadeiras.

6. Associar o conteúdo escolar à festa junina

A preparação da festa pode e deve estar atrelada ao conteúdo aplicado em sala de aula. Na escola Oswald de Andrade, por exemplo, cada classe é responsável por uma barraca e cada barraca apresenta transversalmente o projeto trabalhado em classe. "A turma que está estudando os alimentos..

7. Valorizar o brincar

Uma das tradições da festa junina são as brincadeiras: pescaria, boca do palhaço, jogo da argola, corrida de sacos, pau de sebo, entre outros. Os jogos juninos são a grande diversão da garotada e podem ser uma boa maneira de transmitir valores de cidadania para os alunos. Dois bons exemplos de valorização do lúdico acontecem nas escolas Vera Cruz e Oswald. Na primeira, as próprias crianças são responsáveis pela confecção das prendas.

8. Estimular a participação da família

A participação dos pais e familiares é importante para as festas juninas em vários aspectos. Para começar, quando comparecem os pais estimulam a criança e reforçam a auto-estima. Mas eles também podem contribuir na organização. No Colégio Oswald de Andrade, por exemplo, os pais conjuntamente com os filhos são convidados a preparar e a trazer os comes e bebes.

9. Não fazer a festa no horário das aulas

É muito importante não atrapalhar a rotina e a programação escolar por causa da festa. A começar pela escolha da hora e da data do evento. Não pode ser no horário letivo. O melhor é fazer aos sábados, domingos ou depois das aulas. "Nunca fazemos nossas festas em período letivo, temos um programa a seguir e não descumprimos.

10. Não usar a festa para arrecadar dinheiro

A festa junina não pode ser apenas um pretexto para se arrecadar dinheiro para melhorias na escola. Precisa se auto-sustentar, é claro, mas não precisa gerar lucro. Algumas escolas, como a escola da Vila, em São Paulo, preferem utilizar a festança para juntar recursos para instituições de caridade.

terça-feira, 16 de junho de 2009

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Simpatias de Santo Antonio


A devoção surgiu no século XII, quando Santo Antônio presenteava as moças sem dote para elas se casarem
Na tradição popular, Santo Antônio é o casamenteiro. A devoção tem origem no século XII, graças à generosidade com que o frei presenteava as jovens sem dote para que elas pudessem se casar.

Segundo conta outra lenda, uma moça, cansada de rezar e esperar que o santo a ouvisse, atirou a sua imagem pela janela. A estatueta bateu na cabeça de um homem rico, que logo se apaixonou por ela. A partir desses "causos", Santo Antônio, festejado em 13 de junho, não teve mais descanso e, até hoje, recebe muitos pedidos. Aqui, a escritora esotérica Monica Buonfiglio ensina algumas simpatias deliciosas, em homenagem ao padroeiro, para se encontrar a cara-metade.

1-Três copos e uma aliança
Você utilizará três copos: um vazio, outro com água limpa e o terceiro contendo água com um punhado de terra (que representa dinheiro). Peça a alguém que vende seus olhos e coloque uma aliança em suas mãos, unidas como quem vai brincar de passa-anel. Em seguida, essa pessoa troca os copos de lugar e pergunta diante de um dos copos: "É neste que deseja soltar a aliança?" E continua, até você escolher em qual deixará a jóia. Se a aliança cair no copo vazio, indica que não encontrará alguém especial neste ano. No copo com água, conhecerá seu namorado ainda neste ano. E se for no copo com o punhado de terra, isto revela que em breve você conquistará uma pessoa madura e com posses.


2-Numa fria
Olhe o Santo Antônio de pertinho e diga que, enquanto ele não lhe arrumar um namorado, ficará na geladeira. E depois ponha-o no congelador. Dizem que funciona depressinha!

3-Sem o Menino Jesus
Esta simpatia consiste em retirar o Menino Jesus que está nos braços de Santo Antônio e dizer ao santo que, se ele não arrumar um namorado para você, também não terá o pequeno de volta. Assim que conseguir um amor, devolva rapidamente a pequena imagem ao seu lugar.

4-De cabeça para baixo
Coloque a imagem de cabeça para baixo dentro de um copo contendo água ou cachaça (oh, crueldade!). E prometa deixar o santinho nessa triste situação até encontrar seu amor. Também garantem, a resposta virá logo.


5-Com a nota de R$ 1
No dia 12 de junho, coloque uma nota de R$ 1 entre o estrado da sua cama e o colchão. No dia seguinte, ao sair de casa, dê a cédula ao primeiro mendigo que encontrar e pergunte seu nome. Pode ser que seu próximo amor tenha o mesmo nome dele. E você poderá verificar o tempo que vai demorar para conhecer essa pessoa, por meio da primeira vogal do nome do pedinte: A - dentro de um mês; E - em dois meses; I - em três meses; O - em quatro meses; e U - em cinco meses.


6-Rumo ao altar
No dia de Santo Antônio, 13 de junho, coloque duas agulhas iguais dentro de uma bacia com água contendo duas colheres de açúcar. Se no dia seguinte elas estiverem juntas, isso simboliza que o casamento está próximo.